A Idade Média é um período da história da humanidade que muito me fascina. Essa fascinação vem de criança, quando ainda nem sabia que períodos históricos eram identificados por nomenclatura.
Assistia na época aos filmes onde via cavaleiros heróicos lutando contra exércitos aparentemente imbatíveis ou monstros fabulosos. Lembro-me de filmes como O Príncipe Valente, Rei Arthur e os Cavaleiros da Távola Redonda, Joana d’Arc com Ingrid Bergman e Robin Hood com Arrow Flynn, todos ambientados nos dias medievais.
Depois veio a leitura, lia e ainda leio tudo o que se refere a era medieval. Como sempre tive interesse por religião, o estudo sobre o a era medieval tornou-se imprescindível, já que o cristianismo ocidental foi moldado nesse período e não importa qual religião cristã exista hoje, ela com certeza carrega os estigmas desse período histórico tão marcado pelos conflitos religiosos.
Numa de minhas costumeiras idas à Biblioteca do Metrô Tatuapé, deparei-me com o livro Invenções da Idade Média, dei uma folheada para ver se valia a pena e logo concluí que sim, por fim peguei-o.
A autora do opúsculo chama-se Chiara Frugoni, confesso que nunca tinha ouvido falar nela, mas consta que ela é autora de diversos livros, dentre os quais o Dizionario Del Medioevo.
Invenções da Idade Média possui linguagem simples, foi escrito para o público leigo, não é portanto obra para acadêmicos. Conta com uma série de notas que enriquece ainda mais seu conteúdo e ilustrações coloridas.
Nele você vai descobrir por exemplo que o óculos é uma invenção medieval, assim também como os bancos, a bússula, o garfo, moinhos de água e de vento, as universidades, o costume de comer à mesa, o livro em cadernos como o conhecemos hoje, e tantas outras coisas que não convêm contar para não estragar a surpresa.
Uma das invenções que me impressionou foi a da anestesia. Naquela época não se fazia o uso de injeções com substância anestesiante, eles empregavam o que era chamado de “spongiae somniferae”, as esponjas soníferas. Essas esponjas eram embebidas em entorpecentes como o ópio, a mandrágora ou cicuta (aquela mesma que matou Sócrates), depois deixavam a esponja secar e ficavam guardadas assim. Quando se fazia uso delas era necessário deitá-las sobre a água quente e depois o médico a colocava sobre as narinas do paciente que a inalava.
Essa técnica médica ainda engatinhava, e nem sempre surtia o efeito desejado, veja o que diz um trecho do livro na página 45:
O médico – real – Guy de Chauliac, em sua Chirurgia magna, de 1363, recomendava muita cautela no emprego dos anestésicos para a narcose total. Os pacientes adormeciam profundamente, mas o despertar era problemático: alguns enlouqueciam, outros, de fato, nem chegavam a despertar.”
Como podem ver é um livro que tem muito a ensinar, mas ele peca do meio para o fim, quando as explicações vão se tornando apressadas e perdem um pouco do detalhamento inicial, ainda assim é um livro mais que recomendável, e como já disse, para os iniciantes.
Invenções da Idade Média da editora Zahar está disponível na Biblioteca do Metrô Tatuapé, ou quem quiser pode comprar na livraria ou pela Internet. Adquira o seu e boa leitura.
Boa pedida Emerson, também tenho grande interesse por essa época e o livro me parece uma excelente aquisição. Minha grande curiosidade sobre a origem de muitas coisas que facilitam nossas vidas hj, talvez seja saciada com tais informações da publicação. Obrigado pela dica e continue sempre assim, informativo e eloquente.
Um grande abraço e logo seu Smallville e Sarah Connor Chronicles chegará… promete que não se tornarão seis longos meses…
Até….
Ok Claudina, eu estou esperando.
O teu sinal é a tua liberdade
Tu és a força da origem celestial, a tua imagem é a tua origem a liberdade da criação do universo celestial.
Tu és a forma da força da criação divina, a tua imagem segue em ti porque tu és o testemunho da criação do universo celestial, a força da liberdade a chama de fogo a origem da criação a imagem infinita.
A liberdade que existe em ti é a tua origem, o caminho que traçares e a vontade que seguires é a tua liberdade é a tua escolha, como forma criada em ti.
A força da transformação liberta em ti a escolha da tua vontade, nunca deixas de ser a imagem da origem da criação porque em ti está o testemunho da tua imagem a tua verdade, caminha sempre em ti o principio da realidade a imagem do poder a força da transformação.
Somos o sinal da criação do universo celestial, em nós é dado a forma da realidade da liberdade da criação, em cada um de nós é transmitido o sinal testemunhal de toda a forma do universo celestial.
No caminho da nossa realidade é dado a liberdade da transformação, cada um de nós é a imagem única e verdadeira da realidade de uma origem celestial, a força da chama de fogo, o principio o infinito da imagem.
Temos a imagem da criação em cada um de nós, a liberdade da nossa vontade existe em nós porque somos a realidade, o testemunho da nossa presença é a realidade da obra criada em cada um de nós, temos em nós a vontade da própria existência em nós é dado o conhecimento da realidade em nós é dado a liberdade da vontade de ser, a vontade de caminhar ao encontro da nossa existência.
srgport
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